IPVA menor faz carro rodar 4 meses de graça

por | ago 9, 2016 | noticia | 0 Comentários

Economizar e ainda assim conseguir realizar todas as atividades necessárias com seu carro. Esse é o desejo de milhões de brasileiros que gastam muito dinheiro com IPVA, gasolina, seguro e manutenção de seus automóveis.

No entanto, o que muita gente não sabe é que é possível rodar até 4 meses de graça só com a conversão de seu automóvel para Gás Natural (GNV). Uma lei brasileira permite que haja uma redução no IPVA, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores de 1% a 2,5% para veículos de até R$ 30 mil reais, que sejam movidos por gás natural. Isso pode representar nada menos do que uma economia de 3 a 4 meses de impostos.

Se fossemos explicar em valores, poderíamos dizer que o proprietário do veículo conseguiria abastecer 375 m3 a mais em comparação ao proprietário que não usa GNV. Isso porque o imposto cairia de R$ 750 para R$ 300. Para que você tenha ainda mais claro o benefício, isso faria com que você andasse um terço do ano apenas com a economia do IPVA.

Pessoas que pagam IPVA de R$ 1.500 podem ter uma redução de R$ 1000 na conta, o que permitiria mais investimentos em sua empresa (caso o carro seja de uma empresa) ou até mesmo uma economia maior para viajar, comprar mais ou se aperfeiçoar no mercado de trabalho.

Os benefícios da queda para o mercado GNV

O melhor é que essa espécie de “incentivo” deve aumentar a frota de veículos abastecidos a gás. Autoridades afirmam que esse número deve crescer mais de 12 mil no ano e proporcionar também uma melhora no meio ambiente, já que o combustível é bem menos poluente do que a gasolina e o álcool.

Outro aspecto importante nessa mudança é que o setor está empregando cada vez mais, já que a busca pela conversão e por profissionais e postos que ofereçam o GNV não para de crescer. Isso aquece a economia – que anda cada vez mais difícil – e permite que milhares de outras pessoas possam sonhar com uma melhora em sua condição financeira, assim como podem realizar sonhos que foram adiados e que não podiam ser realizados porque os gastos com o automóvel não paravam de crescer.